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A inocência criativa de Dilma

Em seu discurso de hoje, Dilma brada inocência, mas no fundo ela mesma sabe que é culpada de crime de responsabilidade. Tanto que sua defesa nunca se pautou em provar que ela não havia cometido o crime, ou não era a responsável pelo mesmo. Mas sim em tentar convencer as pessoas de que os crimes que cometeu não podem ser tratados como tal, pois ela os batizou com um nome diferente…
O equivalente a um homicida que ataca a vítima atirando uma melancia de cima de um prédio e no lugar de apresentar um álibi, provas de que não houve intenção ou que não poderia ter sido ele a matar a vítima, passa todo o seu julgamento tentando convencer os jurados de que homicídio não é crime se for praticado com uma melancia… Neste caso, trata-se apenas de um atentado criativo…
Leonardo Augusto Amaral Terra
Leonardo Augusto Amaral Terra
Mestre e Doutor em ciências pelo programa de Administração de Organizações da Faculdade de Economia, Administração e Contabilidade de Ribeirão Preto, na Universidade de São Paulo (FEARP - USP). Possui MBA executivo em Gerenciamento de Projetos pela Fundação Getúlio Vargas e Graduação em Administração de Empresas pela FEARP - USP. Atua como professor, pesquisador e consultor na área de estratégia e desenvolvimento organizacional, explorando os princípios que regem os sistemas socioeconômicos por meio da matemática do caos e da epistemologia sistêmica e suas aplicações no processo estratégico e nas interações sistêmicas das organizações. Vencedor do West Churchman Memorial Prize em 2014.
http://lattes.cnpq.br/3022429953017645

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