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A fábula da executiva falida

Era uma vez uma executiva que de tão competente que era, faliu todas as empresas que administrou. Mesmo sem conseguir administrar nem uma loja de 1,99, a população, viciada em ser vítima de 171, a escolheu para administrar o país.

Pouco tempo depois, o desempenho do país chegou aos mesmos patamares da famigerada loja de 1,99. Estagnado, o país se tornou apático. Nem mesmo o esporte favorito era capaz provocar aquele ímpeto visto nas décadas anteriores. O comércio parado, o fantasma da inflação sendo ressuscitado, as contas públicas destroçadas, com o maior endividamento de sua história…

O povo finalmente começou a perceber que tinha sido vítima de uma mentira. Que o que lhe havia sido dado de bandeja uma hora teria que ser pago. Xingou a executiva…

Esta insistia em suas mentiras e falácias. Tentava jogar povo contra povo, criar inimigos (assim como fizeram os nazistas) para se colocar como a salvadora dos oprimidos. Oprimidos que se tornavam cada vez mais oprimidos por uma dependência doentia do sistema.

Esta história ainda não tem um final. Porque ele será escrito por você em outubro…

Leonardo Augusto Amaral Terra
Leonardo Augusto Amaral Terra
Mestre e Doutor em ciências pelo programa de Administração de Organizações da Faculdade de Economia, Administração e Contabilidade de Ribeirão Preto, na Universidade de São Paulo (FEARP - USP). Possui MBA executivo em Gerenciamento de Projetos pela Fundação Getúlio Vargas e Graduação em Administração de Empresas pela FEARP - USP. Atua como professor, pesquisador e consultor na área de estratégia e desenvolvimento organizacional, explorando os princípios que regem os sistemas socioeconômicos por meio da matemática do caos e da epistemologia sistêmica e suas aplicações no processo estratégico e nas interações sistêmicas das organizações. Vencedor do West Churchman Memorial Prize em 2014.
http://lattes.cnpq.br/3022429953017645
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